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ergonomia e saúde

Como escolher os melhores equipamentos ergonômicos para sua empresa?

Cada vez mais empresas se dão conta de que cuidar de seus colaboradores é um investimento. Muitas vezes é nos detalhes que pode estar o diferencial de tratamento e é esse diferencial que vai dar à empresa o ganho de produtividade.

É nesse aspecto que se insere a ergonomia, que nada mais é do que a utilização de equipamentos específicos para preservar o trabalhador em suas características funcionais, sejam elas físicas ou psicológicas.

É claro que não se trata tão somente de investimento, haja vista a ergonomia ser regulamentada através da NR 17. Por outro lado, é na atenção que a empresa emprega na escolha dos melhores equipamentos ergonômicos e na preocupação honesta com a saúde de seus colaboradores que reside o diferencial.

Para situar melhor o leitor acerca do que seja a ergonomia, essa disciplina só se justifica em função dos chamados riscos ergonômicos, que são situações que podem gerar problemas de saúde, como lesões por repetição e até outras doenças mais graves.

Algumas dessas situações são o esforço repetitivo, como é o caso de trabalhadores que atuam muitas horas digitando, ou mesmo de postura para os que passam muitas horas sentados em frente ao computador. Outras podem ser ligadas à trabalhos que envolvam levantamento de peso, uma rotina altamente estressante, longas jornadas e trabalho noturno.

Em todos os casos acima, é preciso que a empresa ofereça condições especiais, que são os equipamentos ergonômicos.

Saber como escolher os melhores equipamentos ergonômicos, então, é fundamental para garantir a saúde de seus funcionários. Quer saber como fazer as melhores escolhas? Veja nossas dicas:

Tipos de ergonomia e análise ergonômica do trabalho

São três os tipos de ergonomia:

Física – A ergonomia física tem a finalidade de analisar as condições fisiológicas do colaborador, de modo a adequar as condições de trabalho e atenuar os riscos relacionados a postura, movimento repetitivo, manuseio de materiais, segurança e outros riscos.

Operacional – A ergonomia operacional é, talvez, a mais complexa, por implicar reestruturação de processos e adoção de novas práticas, mas não é menos importante que a ergonomia física, pois está relacionada à redução do estresse, otimização do esforço e aumento da produtividade. A ergonomia operacional avalia os processos internos, a cultura da organização e outros aspectos que interferem na rotina dos colaboradores.

Cognitiva – A ergonomia cognitiva está focada em identificar processos mentais relacionados às tarefas do dia a dia, principalmente no que diz respeito às dificuldades na tomada de decisões. A partir desse trabalho, é possível estabelecer programas de treinamento e desenvolvimento, que levem os colaboradores a desempenhar suas tarefas de forma mais eficiente.

A AET (análise ergonômica do trabalho) é a avaliação detalhada dessas condições, feita com base na demanda, nas tarefas, no ambiente físico, nas condições antropométricas e posturais dos colaboradores, nos aspectos psicológicos dos trabalhadores envolvidos, na análise ergonômica das tarefas, na avaliação organizacional e nas condições ambientais.

Toda essa análise deve ser feita com metodologia e documentação, apontando os melhores equipamentos ergonômicos a serem utilizados e originando uma rotina de controle sobre as condições ergonômicas no ambiente de trabalho.

Adeque o equipamento de acordo com as necessidades da função

Uma das maiores reclamações dos trabalhadores são as chamadas “dores na coluna”. O ambiente de trabalho pode contribuir para o agravamento desse tipo de problema.

A solução está na utilização de assentos adequados e até mesmo no posicionamento dos mesmos com relação às máquinas. De acordo com a norma reguladora, os assentos devem ser ajustáveis, além de estofados e anatômicos. Além do conforto, tais cuidados induzem posturas corretas. Por isso é tão importante investir nos melhores equipamentos ergonômicos.

A adoção da ginástica laboral é outra medida que pode contribuir bastante para reduzir os riscos de problemas físicos, além de proporcionar momentos de socialização entre os trabalhadores.

Para operações que envolvam transporte de peso, o ideal é que a mão de obra humana seja substituída por máquinas para esse fim, como as empilhadeiras. Em casos onde isso não é possível, deve ser respeitado o limite de 60kg para a carga a ser transportada pelo trabalhador braçal, de acordo com o artigo 198 da NR17.

Para concluir esse artigo, abordamos algumas situações de rotina e alguns equipamentos simples, que podem melhorar as condições de trabalho e atenuar riscos.

Repetitividade – o suporte para os punhos, por exemplo, reduz sensivelmente o risco de desenvolver tendinite, uma reclamação recorrente em quem trabalha com teclado de computador.

Realizado em pé – trabalhar em pé acarreta uma série de riscos para a coluna e problemas de circulação. Tudo isso pode ser remediado com dois equipamentos: o banco semi sentado e o suporte para pés oferecem conforto e prevenção.

Postura – é muito comum ver as pessoas com o pescoço inclinado sobre notebooks e tablets, o que acarreta danos à coluna vertebral. Os suportes para tablets, monitores e notebooks permitem regular a altura e que o trabalhador faça sua atividade na postura correta.

Trabalho realizado sentado – os melhores equipamentos ergonômicos para quem trabalha sentado são as cadeiras profissionais ajustáveis. O apoio para os pés, de modo a manter a postura correta, também é importante.

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